Resposta rápida

Compara manter cada dívida separada vs consolidar em uma única (tabela Price), com juros compostos reais.

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Compare manter as dívidas ou consolidar

Suas dívidas atuais
Saldo, juros ao ano e pagamento mensal de cada dívida
Dívida 1
R$
%
R$
Dívida 2
R$
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R$
Dívida 3
R$
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R$
Empréstimo de consolidação
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Preencha os dados das dívidas e do novo crédito e clique em Calcular.

Resultado
Parcela mensal da consolidação
0,00
Economia total ao consolidar
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Economia por mês
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Juros sem consolidar
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Juros com consolidação
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Custo total sem consolidar
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Custo total com consolidação
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Tempo para quitar sem consolidar
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Tempo para quitar com consolidação
-
Consolidar só ajuda se a taxa do novo crédito for menor e o prazo não crescer demais. Compare sempre o custo total.
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Simule a portabilidade e a consolidação de dívidas em vários bancos antes de assinar. Taxa menor e prazo certo fazem toda a diferença no custo final.

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Como usar a calculadora de consolidação de dívidas

  1. Escolha o número de dívidas (de 2 a 6).
  2. Para cada dívida, informe o saldo, a taxa de juros ao ano e o pagamento mensal que você faz hoje.
  3. Preencha a taxa de juros anual e o prazo em meses do empréstimo de consolidação.
  4. Clique em Calcular e compare o custo total de manter as dívidas com o de consolidar.

Como o cálculo compara as duas opções

O simulador roda duas trajetórias com juros compostos mês a mês (taxa anual dividida por 12). Na opção manter, cada dívida recebe o pagamento mensal informado até zerar o saldo. Na consolidação, o total das dívidas é financiado pela taxa do novo crédito no prazo escolhido, com parcelas fixas (tabela Price).

EntradaResultado
Cartão R$ 5.000 a 60% a.a. (R$ 400/mês) + empréstimo R$ 5.000 a 24% a.a. (R$ 400/mês)manter: 21 meses e cerca de R$ 3.854 de juros. Consolidando a 18% a.a. em 24 meses: parcela de R$ 499,24 e economia total de R$ 1.872,30
R$ 17.700 a 7,2% a.a. em 84 mesesparcela de R$ 268,87, total de R$ 22.585,44 e R$ 4.885,44 de juros (exemplo do conceito original)

Dicas rápidas

  • Consolide apenas se a taxa do novo crédito for menor que a média das suas dívidas atuais.
  • Prazo maior reduz a parcela, mas aumenta o total de juros. Compare sempre o custo total.
  • Some IOF, tarifas e seguros ao valor financiado antes de fechar o contrato.
  • Depois de consolidar, não use o limite liberado para criar dívidas novas.
Atenção: estimador com juros compostos mensais. Não considera IOF, tarifas, atrasos nem seguro prestamista. O valor real depende do contrato do banco.

Perguntas frequentes sobre consolidação de dívidas

É a reunião de duas ou mais dívidas (cartão de crédito, cheque especial, empréstimos) em um único crédito, com uma taxa e uma parcela só. O objetivo é pagar menos juros e simplificar o controle do orçamento.

Vale quando a taxa do novo empréstimo é menor que a média das taxas atuais e o prazo não é tão longo que aumente o juro total. Use o simulador para comparar o custo total das duas opções, não apenas o valor da parcela.

Um prazo maior reduz a parcela mensal, mas o saldo fica rendendo juros por mais tempo. Por isso o custo total pode subir mesmo com parcela menor. A comparação correta é sempre pelo total pago ao final.

Cartão de crédito, cheque especial, empréstimos pessoais e financiamentos costumam poder ser consolidados em um crédito novo. Confirme com a instituição se todas as dívidas entram e se há tarifas de liquidação.

IOF, tarifas de abertura, seguros e eventuais multas por quitação antecipada entram no custo real. Some essas despesas ao valor financiado antes de fechar o contrato.